quinta-feira, 8 de março de 2012

Mudança Cultural da Mulher

 
A história de resistência e luta das mulheres consolidou a igualdade de direitos e continua ampliando, dia a dia, o movimento pela igualdade na vida, nos novos espaços que vão sendo conquistados. Esse processo de caráter democrático, que se manifestaram na luta pelas questões sociais mais gerais, interessou e continua interessando às mulheres.
Ao longo do tempo, a experiência demonstrou à sociedade e, às mulheres que, em qualquer situação e desde que tenham oportunidades, a capacidade de desempenho delas é igual a dos homens. Por isso, do ponto de vista político, a democracia e a liberdade interessam tanto às mulheres cidadãs. Muitas de suas conquistas resultaram de ampla participação popular, própria do exercício democrático, e possibilitaram que muitas das questões consideradas antes de caráter privado e pessoal, de responsabilidade exclusiva das mulheres, pudessem ser assumidas pelo Estado, como caráter social e, portanto, entendidas como de responsabilidade pública. Esse foi o caso, por exemplo, das questões relativas à maternidade, à paternidade, aos direitos da criança, à saúde e à violência a contra a mulher.
A participação das mulheres no mundo do trabalho impõe sua presença nos espaços de luta política, conquistaram o poder de participar dos sindicatos – na condição de filiadas – na luta por igualdade no trabalho, no plano da participação política, o direito de votar e de serem votadas, e na busca de seu pleno reconhecimento como mulheres e como cidadãs.
O primeiro reconhecimento internacional dos direitos femininos ocorreu, oficialmente, na Carta das Nações Unidas em 1945, em que se estabeleceu o princípio de igualdade entre homens e mulheres. Depois, realizou-se a Convenção da Igualdade de Salários em 1951 – que discorreu sobre os direitos políticos, incluindo, em 1952, o direito ao voto – e, em seguida, ocorreu a ampliação dos fundamentos da igualdade, contemplados pelos direitos econômicos e sociais em 1967.

Anos mais tarde, nas quatro Conferências Internacionais sobre a Mulher – a primeira, em 1975 – e nas seguintes, os direitos das mulheres foram sendo constantemente ressaltados e reafirmados como direitos humanos fundamentais ao pleno desenvolvimento da sociedade.
E ainda nos dia de hoje as mulheres continuam lutando por espaços, principalmente, em diferentes cargos de trabalho como: engenheiras, policiais, juízas, e até mesmo Presidente da República como é a Dilma Rousseff, a primeira Presidenta do Brasil.

                                                                                             Autor: Luiz Felipe P. Monteiro